quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Diabete Gestacional


O que é diabete gestacional?

A diabete gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce -- ao contrário de outros tipos de diabete, que duram a vida inteira. 

A diabete aparece quando o corpo não consegue fabricar a insulina -- um hormônio produzido pelo pâncreas -- em quantidade suficiente. A insulina controla a quantidade de açúcar disponível no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de açúcar seja armazenado. 

Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê -- principalmente da metade da gravidez em diante. Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina. 

Nas primeiras consultas do pré-natal, você será submetida a um exame de sangue, e nele será feita a medição da glicemia de jejum. Se o médico considerar o resultado alterado, pode pedir um novo exame, o teste de tolerância à glicose -- em que você tem de tomar um líquido doce e uma hora depois colher sangue para dosar a glicemia. No caso de o primeiro resultado ser normal, mas o obstetra considerar que seu risco de ter diabete gestacional é mais elevado, ele pode pedir um novo exame de glicemia de jejum na segunda metade da gravidez.

Como a diabete afeta a gravidez?

O lado positivo do tratamento da diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. Com orientação médica, você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação. 

O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais. Um bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você precisar de uma cesariana. O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e a apresentar problemas respiratórios. O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais. 

Há pesquisadores que acreditam que bebês grandes demais têm maior probabilidade de sofrer de obesidade mais tarde. Quando adultos, também têm mais propensão à própria diabete.

 

Quando a mulher já era diabética antes da gravidez, há um risco maior de o bebê apresentar problemas de saúde -- especialmente se a diabete pré-gestacional não estava sendo controlada. Pode acontecer de a mulher só descobrir que é diabética nos exames do pré-natal. Esse é um dos motivos para a recomendação de as mulheres se submeterem a novo exame de glicemia de jejum cerca de um mês e meio depois do parto.

Quem corre mais risco de ter diabete gestacional?

Mulheres que já tiveram diabete gestacional antes, ou que já tiveram bebês considerados grandes, correm um risco maior de ter diabete gestacional. Também elevam o risco: 

• Obesidade (IMC acima de 30) - Calcule aqui o seu. 

• A idade: a tendência para a diabete aumenta naturalmente com a idade; quanto mais nova a mulher, menor a chance de ter diabete gestacional 

• A existência de um parente de primeiro grau diabético, dependente de insulina

Como vou saber se tenho diabete gestacional?

Você dificilmente saberá, a não ser que o problema seja detectado pelos exames do pré-natal. Por isso os exames são tão vitais. Algumas mulheres sentem sede anormal ou cansaço extremo, sintomas clássicos da diabete.

Como se trata a diabete gestacional?

Seu obstetra ou um endocrinologista vão orientá-la sobre como controlar a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o consumo de alimentos doces e bebidas com cafeína. Você receberá conselhos sobre como se alimentar -- o melhor é fazer refeições pequenas e frequentes, em vez de comer muito de uma vez só. 

Para algumas mulheres, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle pela alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina. Você poderá aplicar a injeção sozinha -- a agulha é bem pequena. De qualquer maneira, precisando ou não de insulina, você terá um acompanhamento mais frequente da gestação, com a realização de mais ultra-sons para verificar o crescimento do bebê e o volume de líquido amniótico.

Ouvi dizer que fazer exercícios é bom para a diabete gestacional. É verdade?

Sim. É importante fazer atividade física, e seu médico deve conversar com você sobre como incluir exercícios no seu dia-a-dia. Consulte esse guia de atividade física na gravidez para obter idéias de exercícios que a agradem:
Exercícios para gestantes
Outras atividades para gestantes

 As pesquisas mostram que a atividade física ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle, e há também indicações concretas de que a prática regular de exercício antes da gravidez ajuda a prevenir a diabete gestacional.

Vou continuar tendo diabete depois que o bebê nascer?

Você deve ser submetida a um novo exame de glicemia de jejum (ou teste de tolerância à glicose, dependendo do caso) a partir de um mês e meio após o parto, e é muito provável que sua taxa de açúcar no sangue tenha voltado ao normal. Apesar disso, mulheres que tiveram diabete gestacional são mais propensas a ter diabete mais tarde, por isso o exame de glicemia de jejum deverá fazer parte da sua rotina anual de exames. Mulheres que já eram obesas antes da gravidez têm mais risco de continuar diabéticas depois do parto.

E quem já era diabética antes de engravidar?

A gravidez terá que ser acompanhada de perto no caso de diabete preexistente. Se os níveis glicêmicos estiverem controlados, porém, diminuem as chances de haver problemas com o bebê.

Diabetes Infantil

 
      Muitas crianças desenvolvem diabetes e os pais normalmente não sabem como lidar com esse problema e ficam perdidos. O melhor é conhecer o que é essa doença e tirar todas as dúvidas para ajudar seu filho.
      Diabetes é uma alteração na produção do hormônio insulina pelo pâncreas ou uma resistência à ação da insulina pelo organismo. É a insulina que ajuda o organismo a transformar o açúcar (glicose) em energia para o funcionamento do corpo humano.
      A quantidade de insulina liberada depende de quanto açúcar é ingerido. Quanto mais alimentos ricos em carboidratos (doces, batata, arroz, macarrão, biscoito e bebidas alcoólicas) são consumidos, mais o pâncreas precisa trabalhar.
      Existem dois tipos de diabetes, a do tipo 1 e a do tipo 2. A diabetes do tipo 1 é o tipo mais comum em crianças, de aparecimento súbito e pode surgir desde as primeiras semanas de nascimento até os 30 anos de idade, mas é na faixa dos 5 aos 7 anos e durante a puberdade que a doença tende a ser mais comum. Está relacionado à falta ou pouca produção de insulina, não conseguindo controlar a taxa de glicose ingerida.
      A diabetes tipo 2 é hereditária e acontece quando as células resistem à ação da insulina, mesmo que sua produção seja normal. Antigamente era uma doença de adulto, mas com a elevação da taxa de obesidade infantil associada a uma vida sedentária e com maus hábitos alimentares, esse tipo de diabetes aumentou consideravelmente entre as crianças.
     Quanto mais cedo o diabetes for detectado, mais chances se tem de eficácia no controle da doença e de evitar complicações futuras. Desde o nascimento há medidas de prevenção ao diabetes como o aleitamento materno, evitando a alimentação artificial, rica em açúcares desnecessários nesta fase.
      Então, deve-se manter uma alimentação saudável para evitar a obesidade infantil. Pais devem levar as crianças para um espaço grande para brincarem e praticarem esportes e assim evitar que fiquem apenas à frente de computadores e videogames.

Sintomas- Os sintomas da diabetes infantil são sede, aumento de fome e emagrecimento, aumento do número de vezes em que se urina e são na maioria das vezes acompanhados por grande mal estar, sonolência, fraqueza, tonturas, câimbras e formigamentos.
      Se não diagnosticada e tratada desde cedo, o mal pode causar variação brusca da taxa de glicose no sangue. O aumento da glicose, hiperglicemia, leva a criança a beber muita água. Já a hipoglicemia (baixa taxa de glicose) causa tremores, suores gelados, taquicardia e falta de resposta a estímulos. A variação pode levar ao coma.
      A longo prazo, a doença causa perda de visão, derrame, infarto, hipertensão, impotência sexual, doenças pulmonares e insuficiência renal.
Como cuidar - Para o controle da diabetes tipo 1 são necessárias aplicações diárias de injeções de insulina. O número de injeções diárias varia de acordo com a necessidade, ficando em torno de 2 e 4 injeções. Tão importante quanto aplicar o hormônio é fazer o monitoramento do nível de glicose no sangue.


     Já o tipo 2 em geral não é preciso tomar medicamento, mas é imprescindível fazer um controle rígido da taxa de glicose, acertar a dieta e praticar exercícios.
      A criança precisa de uma dieta rica em fibras e pobre em açúcar, com seis refeições ao dia. O ideal é retirar da alimentação os açúcares de absorção rápida como açúcar refinado, mascavo, cristal e mel. Consumir de maneira moderada os açúcares de absorção lenta como massas, tubérculos e frutas. Adoçantes devem ser usados por crianças a partir de um ano de idade.
      Deve-se procurar o médico rapidamente ao se suspeitar desta doença para que o diagnóstico e tratamento da diabetes seja o mais precoce possível.

Matéria do site Minha Vida, entrevista com a endocrinologista Denise Reis Franco sobre Diabetes tipo 2.


Diabetes e os Cuidados com os Pés


Quais os auto-cuidados que os pacientes diabéticos precisam ter com seus pés? A Dra. Maria Regina Calsolari, que recebeu o prêmio Salvando o Pé Diabético, dá as dicas. A endocrinologista foi membro da diretoria da SBEM Nacional e faz um amplo trabalho de educação de pacientes.
Ouça a entrevista e veja os cuidados importantes como a escolha de calçados, simples exames diários e até a melhor hora de comprar um sapato mais adequado.

Matéria do site Minha Vida, entrevista com a endocrinologista Denise Reis Franco sobre Diabetes tipo 1.


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Esse é um ótimo vídeo/animação feito pela NOVARTIS
 sobre DIABETES.

    Explicando de maneira bem fácil de entender:



sábado, 12 de outubro de 2013


Esse é um vídeo/animação feito pelo pessoal da SES MG que fala de forma bem fácil de entender sobre Hipertensão.



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Aqui tem material hospitalar e ortopédico


Hipertensão e Hipotensão: fique atento aos sintomas


      Ao sentirmos tontura ou dor de cabeça, quantos de nós, muitas vezes não nos deparamos com a fala: é pressão alterada? 
       Popularmente conhecida como pressão alta ou baixa, a Hipertensão e a Hipotensão apresentam características similares e devem ser observadas.
      A Hipertensão é considerada doença crônica e requer tratamento. A pressão alta geralmente sinaliza sintomas quando já se encontra em estado avançado ou quando há um aumento repentino. 
Indícios:  
  •         Tontura;
  •         dor de cabeça;
  •         dor no peito;
  •         zumbido no ouvido; 
  •         perda de sangue nasal também podem aparecer.


    
   Já a pressão baixa ou Hipotensão é mais frequente em dias quentes.
Indícios:
  •  Tontura;
  •  dores de cabeça; 
  •  sensação de fraqueza;
  •  boca seca;
  •  sonolência;
  •  sensação de desmaio;
  •  enjoo.




      Quando estes sintomas aparecerem, a dica é ficar alerta e procurar o auxílio de um profissional. O diagnóstico é realizado por meio do esfigmomanômetro (Fig. 03), um aparelho que indica a medida da pressão ao comprimir a artéria branquial. A média, geral, é de 12 por 8, no entanto, cada caso deve ser analisado. Afinal, os hábitos e a genética também podem influenciar nestes números. Por isso, recorrer aos chás e sal para aumentar ou diminuir a pressão podem ser paliativos, mas contém riscos, pois os dois tipos de pressão, pois possuem características similares.
                                                                  (fig. 03)



TRATAMENTO

      Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2013, a Hipertensão está relacionada a 45% dos casos de ataques cardíacos e 51% das ocorrências de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Por ser uma doença que não tem cura, a hipertensão é controlada por meio de acompanhamento médico. O tratamento por meio de medicamentos deve ser aliado às mudanças nos hábitos de vida como: diminuir o sal, controlar o estresse e o peso. Medir a pressão arterial com frequência e anotar os valores para passar para o médico é importante para que ele possa avaliar os resultados.
Já no caso da pressão baixa, a solução é descobrir a sua causa. De acordo com cardiologistas, o tratamento nem sempre consiste no uso de medicamentos. Antigamente existiam medicamentos para elevar a pressão, mas não ajudavam muito. Atualmente o tratamento consiste em atacar a causa básica, ou seja, aumentar a quantidade de líquidos no caso de desidratação, evitar exposição ao calor em excesso e se alimentar a cada três horas.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

10 passos para controlar a pressão alta


10 passos para controlar a pressão alta


Dê mais atenção ao que você come, as suas emoções e pratique mais esportes


POR Farmácia estrela dos lagos - ATUALIZADO EM 10/07/2013


      A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão arterial é gatilho certo para uma série de males -- e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro. 

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

"Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal" , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números. 


Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia. 

1. Manutenção do peso ideal- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. "Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado" , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.


2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral. 


3. Redução de sal - o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. 

4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação. 

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura. 


6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.


7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. 

8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina. 

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.


10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.